Kelvin = cor luz.
Quanto mais baixa a temperatura, mais avermelhada a luz fica; quanto maior a temperatura, mais azul a luz emitida.
Normalmente, todas as luzes estão entre 3000 e 4000 Kelvin, o que significa que produzem uma luz branca limpa e incolor.

Hora de ficar um pouco técnico agora. Índice de reprodução de cor (CRI) é o termo usado para classificar a capacidade de uma fonte de luz de iluminar com êxito um objeto para os níveis de luz natural possível. Quanto maior o valor do CRI, mais precisa será a replicação de iluminação.
Um CRI de 100 significaria que a luz é idêntica à luz do dia padrão. Portanto, a maioria das fontes de iluminação é menor que 100, como os LEDs que normalmente ficam em 80 no índice de renderização de cores.
Para colocar o LED CRI em perspectiva, a iluminação fluorescente terá, em média, 50-70 CRI, dependendo do método de iluminação dentro do tubo fluorescente. Portanto, o LED é uma ótima fonte de luz para ambientes em que cores de iluminação precisas podem ser vitais. Mais e mais unidades de montagem de produção estão usando acessórios de luz LED em geral para fornecer melhores condições de iluminação, especialmente onde a inspeção é necessária
Kelvin (símbolo: K) é a
unidade de medida de temperatura termodinâmica no Sistema Internacional de Unidades (SI). Diferente das escalas Celsius e Fahrenheit, a escala Kelvin é uma escala absoluta, o que significa que seu zero é o zero absoluto, a temperatura mais baixa possível onde as partículas não têm mais energia térmica para se mover.
Características importantes do Kelvin
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Zero absoluto: 0 K equivale a
−273,15∘
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Nessa temperatura teórica, a agitação das partículas que compõem uma substância é mínima.
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Sem valores negativos: Por ser uma escala absoluta, não existem temperaturas negativas em Kelvin.
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Incremento igual ao Celsius: O tamanho de um Kelvin (1 K) é exatamente igual ao de um grau Celsius (
1∘
C). A diferença é apenas a base (o ponto zero).
Aplicações do Kelvin
Além das medições científicas, o Kelvin é usado para a temperatura de cor da luz.
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Temperatura de cor: Na indústria de iluminação, a temperatura de cor de uma lâmpada é medida em Kelvin. Ela descreve o quão “quente” (amarelada) ou “fria” (azulada) a luz de uma lâmpada parece, e não a temperatura física da lâmpada em si.
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Kelvin baixo: Luzes com valores de Kelvin mais baixos, como 2700K a 3000K, produzem uma luz mais amarelada e quente, similar à luz de velas ou lâmpadas incandescentes.
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Kelvin alto: Valores de Kelvin mais altos, como 5000K a 6500K, geram uma luz mais branca e fria, similar à luz do dia.
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Ciência e engenharia: O Kelvin é a unidade padrão em laboratórios científicos, especialmente em cálculos de termodinâmica, criogenia e no estudo de corpos celestes. A ausência de números negativos simplifica muitos cálculos físicos.
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O nome Kelvin tem origem escocesa e gaélica, significando “água estreita” ou “homem do rio”. Ele também é associado à ciência, por ser o sobrenome do físico William Thomson (Lord Kelvin), que desenvolveu a unidade de temperatura que leva seu nome. A origem científica do nome pode evocar a ideia de intelectualidade e precisão.
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Origem gaélica:
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O nome vem de um rio escocês e pode significar “água estreita” em gaélico.
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Conexão científica:
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É também o sobrenome de Lord Kelvin (William Thomson), que deu nome à unidade de medida de temperatura (Kelvin). Por isso, pode ser associado à ciência, intelecto e precisão.
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